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sábado, 29 de abril de 2017

20 conselhos do Papa Francisco aos recém-casados

Foto: Internet
Ao final das audiências gerais, já se tornou costume a saudação do Papa a casais recém-casados. Um momento muito especial para essas pessoas que iniciam uma vida a dois receber a benção do Santo Padre.

Em primeiro lugar, Francisco elogia a coragem dos jovens por terem escolhido o matrimônio porque, segundo o Papa, casar “requer muita coragem”. Ao longo do ciclo de catequeses direcionadas às famílias, o pontífice passou 20 conselhos aos novos casais:

1. Façam a experiência do amor gratuito como é o amor de Deus pela humanidade.

2. A mansidão dos santos indique a vocês o estilo das relações entre os cônjuges na família.

3. A fortaleza da santidade até o martírio aponte os valores que verdadeiramente valem a pena na vida familiar.

4. Amém a vida que é sempre sagrada, apesar de marcada por fragilidade e doenças.

5. As obras de misericórdia ajudem vocês a viverem a existência conjugal abrindo-a a necessidade dos irmãos.

6. Encontrem na aliança que, Cristo assumiu com Sua Igreja a preço de Seu Sangue, a base a do pacto conjugal de vocês.

7. Construam sua família sobre o mesmo amor que uniu José à Virgem Maria.

8. Desejo de coração que vocês cresçam na generosa disponibilidade em relação ao Senhor, seguindo o exemplo da Virgem Santa.

9. Coloquem Deus no centro para que sua história conjugal tenha mais amor e mais felicidade.

10. Vivam o matrimônio em concreta adesão a Cristo e aos ensinamentos do Evangelho.

11. Vivam o seu amor imitando o amor misericordioso de Jesus.

12. Aprendam da Virgem Maria a conceder espaço à escuta da Palavra de Deus e à prática da caridade, vivendo com alegria a pertença à Igreja, à família dos discípulos do Cristo Ressuscitado.

13. A cruz cotidiana seja a referência de vocês para que a vida familiar seja uma lareira de oração e recíproca compreensão.

14. Aprendam a cultivar a devoção à Mãe de Deus pedindo-a para que não falta nunca na casa de vocês o amor e o respeito recíproco.

15. O amor à Eucaristia nutrido pelos santos estimule vocês a fundar a família sobre o amor de Deus.

16. O apostolado dos santos nas periferias convide vocês a ajudar os mais frágeis e necessitados da família.

17. A Devoção ao Sagrado Coração de Jesus e ao Coração Imaculado de Maria sustente vocês no caminho conjugal e na educação com amor dos filhos que o Senhor quiser lhes dar.

18. No caminho que vocês assumiram, busquem a Eucaristia para que nutridos de Cristo sejam famílias cristãs tocadas pelo amor do Coração de Jesus.

19. Confiemos à intercessão de Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho, os recém-casados e os pais cristãos para que como Mônica, acompanhem com o exemplo e com a oração o caminho dos filhos.

20. Santa Maria seja o modelo no caminho conjugal de dedicação e fidelidade.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

O poder da Oração

“Tudo que pedirdes com fé na oração, vós o alcançareis” (Mat 21, 22)

Nós jovens temos uma mania, de partilhar tudo com os nossos melhores amigos. Mas com Deus, com aquele que nos conhece por inteiro, não o procuramos, não
partilhamos nossa vida com ele.

É preciso louvar a Deus pelos seus feitos em nossas vidas: “Lembrai sempre as maravilhas do Senhor!” e a oração é um momento poderoso da ação de Deus na nossa vida.

Uma coisa é ouvir falar de Deus outra coisa é experimentá-lo. Quando os recursos humanos acabam, cabe a nós confiar em Deus. É preciso de uma fé viva. Só veremos os milagres de Deus se acreditarmos.

Como para se ter uma boa saúde é preciso fazer exercício físico, assim para sermos homens e mulheres de fé, é preciso rezar, é o exercício que precisamos fazer para a nossa alma. Só em Deus temos a salvação.

Mas afinal, o que é oração? A oração é a elevação da alma a Deus, como nos diz Santa Tereza do Menino Jesus: “A oração é um impulso do coração, é um simples olhar lançado ao céu, um grito de reconhecimento e amor no meio da provação ou no meio da alegria”

A oração é um combate da fé apoiada na confiança na fidelidade de Deus e na certeza da vitória prometida à perseverança, nos chamando à conversão do coração e buscando ardentemente a face de Deus. O coração assim decidido a se converter aprende a orar na fé. A fé é uma adesão filial a Deus, acima daquilo que sentimos e compreendemos.

Tudo o quanto suplicardes e pedirdes, crede que já recebeste” (Mc 11, 24). “Tudo é possível para quem crê” (Mc 9,23), com uma fé “que não hesita”, tal é a força da oração. A oração de fé não consiste apenas em dizer ‘Senhor, Senhor”, mas em levar o coração a fazer a vontade do Pai. Jesus nos convida a termos na oração a preocupação de cooperar com o plano de Deus, nos chamando a conversão já. A segunda vinda de Jesus está próxima e devemos estar prontos e decididos a seguir Jesus. É na vida de oração e na vigilância que não caímos nas ciladas do encardido.

A oração do justo tem grande poder. Deus sempre nos convida a orar. Devemos primeiro contemplá-lo na oração, depois ouvir como ele nos ensina a orar, para conhecer, enfim, como ele atende nossa prece. O Senhor Jesus Cristo ao orar nos ensina a orar. A primeira oração que nos ensinou foi o Pai Nosso (Mat 6,9-14).

Enfim, nosso combate deve enfrentar aquilo que sentimos, como nossos fracassos na oração: desânimo diante de nossa aridez (não sentir nada), tristeza por não ter dado tudo ao Senhor, por ter muitos bens, decepção por não ser atendido segundo nossa vontade própria, insulto ao nosso orgulho… e muitas vezes perguntamos para que rezar? Para superar esses obstáculos é preciso lutar para ter humildade, confiança e perseverança. Sempre é tempo de retomar. E renunciar a nossa maior dificuldade a distração.

Por tanto a oração é um dom de graça e uma resposta decidida para Deus.
Às vezes a dificuldade nos aproxima do Senhor, nos faz buscar mais as coisas do alto. Talvez se a nossa vida estivesse sem problemas, esqueceríamos a Deus.

Tem situações na sua vida que só irá se resolver com muita adoração a Jesus sacramentado. Você não pode perder a vida de oração, porque é perder o contato com Deus. A intimidade com Deus nos sustenta, para quem não reza as coisas de Deus passam a ser pesadas. Precisamos rezar. Não é Deus que precisa de você, mas é você que precisa d’Ele.

Quem pode mais do que Deus? Se Deus é por nós quem será contra nós? Procure ir à Missa, faça oração pessoal, reze o rosário. Não desanime! Saiba que Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos, e umas das via de capacitar é através da vida de oração.

Para Deus tudo é possível, tome posse da vitória de Deus. Deus é capaz de cumprir tudo que Ele nos prometeu. Deus é capaz de dar um milagre a você hoje.

(Texto de referência: Canção Nova - Frei Josué e Catecismo da Igreja Católica)

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

É pecado fazer tatuagem ou colocar piercing?

Tatuar alguma imagem bonita, escrever frases ou até mesmo homenagear alguém... esses são alguns dos motivos que geralmente levam alguém, principalmente os jovens, a fazer uma tatuagem.

Mas, cometer esse ato, é pecado? Veja nesse vídeo o que o Padre Paulo Ricardo fala disso e também sobre piercing.


sábado, 15 de outubro de 2016

Estou namorando. Como saber se está na hora de me casar?

A Igreja no Brasil fixa as idades mínimas para alguém receber o Sacramento do matrimônio: 18 anos para o homem e 16 anos para a mulher. Antes disso, só com autorização expressa do Bispo diocesano. Se a Igreja fixa essa idade mínima, então, ela está dizendo que não se deve casar antes, pois falta maturidade. A Igreja também não fixa a idade máxima para se casar.

Foto: Google

- Qual deve ser o tempo ideal do namoro?
Isso é muito relativo e depende de muitos fatores que se referem à vida dos namorados. O professor Felipe Aquino pensa que um namoro normalmente deve durar cerca de três a quatro anos antes do casamento, mas isso não é algo rígido, pois depende da situação pessoal de cada um, dos estudos, da situação financeira, da maturidade do casal, do seu bom entendimento, das dúvidas que possam ter, entre outros.

O casal deve se casar logo que chegar à conclusão que encontraram-se mutuamente como a “pessoa adequada” para cada um, além de já terem meios financeiros para construírem um novo lar.

O momento certo do noivado é aquele em que os dois estão maduros e prontos para assumir o matrimônio e uma nova família.

- Quando sabemos se estamos prontos para o casamento? Como superar o medo da convivência a dois?
Um casal está pronto para o casamento quando ambos desejam se casar e não têm dúvidas sobre o outro. Cada um conhece bem o outro, suas qualidades, seus defeitos, seus anseios, sua história, seus problemas e cada um aceita o outro como ele é, com seus defeitos e qualidades.

Além disso, é preciso que haja o sustento material e financeiro garantido, sem depender dos outros, e dos pais principalmente. O povo diz que “quem casa quer casa”. Esse grau de liberdade é importante para a vida do casal. Podem até morar um pouco de tempo com os pais, talvez até porque o pai ou a mãe são doentes e já não podem viver sozinhos. Mas a convivência com os pais ou outras pessoas não deve dificultar o relacionamento do novo casal.

- Quanto tempo é necessário para se conhecer uma pessoa, para casar?
Esse tempo vai depender do perfil de cada um. É preciso que cada um conheça o outro muito bem antes de se casar, sua família, suas qualidades, seus defeitos. O mistério que é cada um deve ser revelado, a história de cada um deve ser bem contada ao outro e bem entendida e aceita.

O que faz um casamento ser válido é o SIM que um diz ao outro no altar, isto é o consentimento pleno, o desejo real de se casar com o outro sem estar enganado, pressionado, chantageado ou ameaçado. Ao celebrar o matrimônio o sacerdote faz três perguntas chaves, exatamente para checar se os noivos estão preparados para o casamento. A primeira é esta: “Fulano e fulana, viestes aqui para unir-vos em matrimônio. Por isso, eu vos pergunto perante a Igreja: É de livre e espontânea vontade que o fazeis?” E os noivos devem responder convictamente: Sim!

Depois o padre pergunta: “Abraçando o matrimônio, ides prometer amor e fidelidade um ao outro. É por toda a vida que o prometeis?” Noivos: Sim!
E por fim o sacerdote pergunta: “Estais dispostos a receber com amor os filhos que Deus vos confiar, educando-os na lei de Cristo e da Igreja?” Noivos: Sim!

Então, o casal só deve se casar quando sente segurança em poder cumprir bem tudo o que vai prometer no altar a Deus, diante do seu ministro e do sue povo. A palavra chave é “maturidade”. Nós já temos maturidade para assumirmos um lar, sermos esposos, pai e mãe?

Fonte: Blog Canção Nova - Professor Felipe Aquino