segunda-feira, 9 de maio de 2016

Oração a Nossa Senhora da Agonia

Maria conhece todas as nossas necessidades, mágoas, tristezas, misérias e esperanças. Interessa-se por cada um de seus filhos, roga por cada um com tanto ardor como se não tivera outro. Rezemos!

Ó Maria, Rainha dos Mártires, Senhora da Agonia, vós que permaneceste de pé junto à Cruz de Vosso Divino Filho Jesus e, às suas palavras: Mulher, eis o teu Filho; filho, eis a tua Mãe , tornaste-vos nossa Mãe; acolhei, com bondade, nossa prece filial.

Ó Senhora da Agonia, assim como o discípulo acolheu-Vos em sua casa, também nós queremos abrir-Vos as portas de nossos corações, de nossos lares, consagrando-vos toda a nossa vida passada, presente e futura.

Exercei, pois, Vossa função de Mãe, ensinando-nos a viver, em todos os momentos e vontade de Deus, levando-nos assim a imitar o Vosso sim de Nazaré, que culminou com o sim do Calvário. Vinde, ó Mãe, em socorro de nossas angústias, não permitindo que nos desviemos do caminho do bem, da verdade e do amor. Conduzi nossas vidas ao porto seguro da salvação que é Jesus. Ousando somar nossas agonias às vossas, diante desta dificuldade pedir a graça desejada, recorremos à vossa maternal proteção, com a confiança de que não ficaremos decepcionados em nossas súplicas.

Amém.


Nossa Senhora, rogai por nós!

Fonte: www.padrereginaldomanzotti.org.br

quinta-feira, 5 de maio de 2016

A família é o "hospital" mais próximo

O Papa Francisco em suas catequeses na Praça de São Pedro sobre a família destacou um aspecto: a doença.

O Santo Padre destacou que a doença é uma realidade comum na vida das nossas famílias. “Esta só excepcionalmente devido à fragilidade humana, põe em crise a família – alertou Francisco -. “Em geral, a situação de doença robustece os laços familiares, sendo vivida com maior empatia e apreensão”.

“Muitas vezes, custa menos aos pais suportar a doença própria que a dos filhos” – afirmou-. “Podemos dizer que, desde sempre, o hospital mais próximo foi a família; ainda hoje, em muitas partes do mundo, o hospital é um privilégio para poucos. São a mãe, o pai, os irmãos, as irmãs que garantem os cuidados e ajudam a curar”.

Francisco continuou recordando que “Jesus curava” e “nunca se recusou a fazê-lo e deu aos discípulos a ordem e o poder de fazerem o mesmo”. “Esta é a tarefa da Igreja: ajudar os doentes e deixar-se de discursos” –afirmou-.  “A comunidade cristã sabe que a família não deve ser deixada sozinha nos momentos da enfermidade. E devemos agradecer a Deus pelas beneméritas experiências de fraternidade eclesial que ajudam as famílias a atravessar o difícil momento da tribulação e do sofrimento”.

Para Francisco “esta proximidade cristã, de família a família, é um verdadeiro tesouro para uma paróquia; um tesouro de sabedoria, que ajuda as famílias nos momentos difíceis e faz compreender melhor o Reino de Deus do que muitos discursos”.

Foto: Google
Fonte: RCC Brasil

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Oração de Nossa Senhora Aparecida de São João Paulo II

Essa oração foi sonhada pelo então Papa João Paulo II quando veio ao Brasil na década de 80.


Foto: Google

Ó Mãe, fazei que esta Igreja, a exemplo de Cristo, servindo constantemente ao homem, seja a defensora de todos, em particular dos pobres e necessitados, dos socialmente marginalizados e espoliados. Fazei que a Igreja do Brasil esteja sempre a serviço da justiça entre os homens e contribua ao mesmo tempo para o bem comum de todos e para a paz social.

Ó Mãe, abri os corações dos homens, e daí a todos a compreensão de que, somente no espírito do Evangelho e seguindo o mandamento do amor e as bem- aventuranças do sermão da montanha, será possível construir um mundo mais humano, no qual será valorizada verdadeiramente  a dignidade de todos os homens.

Ó Mãe, concedei à Igreja do Brasil numerosas vocações sacerdotais e religiosas. Acolhei em vosso coração todas as famílias brasileiras. Acolhei os adultos e os anciãos, os jovens e as crianças. Acolhei os trabalhadores do campo e da indústria, os intelectuais das escolas e universidades, os funcionários de todas as instituições. Não cesseis, ó Virgem Aparecida, pela vossa mesma presença, de manifestar nesta terra que o amor é mais forte que a morte, mais poderoso que o pecado. Não cesseis de mostrar-nos Deus, que amou tanto o mundo, a ponto de entregar o seu Filho Unigênito, para que nenhum de nós pereça, mas tenha a vida eterna.

Amém.
Fonte: www.padrereginaldomanzotti.org.br

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Sabedoria e equilíbrio na educação dos filhos

Em sua catequese na Praça São Pedro, o Papa dissertou sobre a questão da educação dos filhos na família. Para ele, dois elementos são essenciais: sabedoria e equilíbrio por parte dos pais, que saibam acompanhá-los passo a passo e não exigir que percorram o caminho do crescimento sozinhos. “Não exasperem as crianças pedindo o que elas não podem dar”, aconselhou.

Francisco se dirigiu também às famílias com os pais separados, pedindo que os filhos não se tornem reféns da relação, nem carreguem o peso da separação. “Devem crescer com a mãe falando bem do pai e vice-versa. Isso é muito importante, mas também muito difícil para os separados, mas é algo que pode ser feito”, observou.

Foto: Google

Segundo o Pontífice, nos últimos tempos, ‘intelectuais e especialistas’ têm criticado a educação familiar de várias formas, acusando-a de ser autoritária, conformista e repressiva. “Isto gerou uma fratura entre a família e a sociedade; uma crise que abrange vários âmbitos, como a escola, por exemplo, onde recaem sobre os alunos as tensões e a desconfiança entre pais e professores. E estes ‘especialistas’ se multiplicam – advertiu o Papa – ocupando o papel dos pais inclusive nos aspectos mais íntimos da educação: personalidade, crescimento, direitos e deveres. Os pais vão se privando de sua função, chegando a se autoexcluir da vida dos filhos”. 

Como exemplo, o Pontífice citou um episódio da sua infância, já narrado em outra ocasião, quando certa vez ofendeu a professora. A mãe foi chamada à escola e com educação repreendeu o filho. "Mas em casa vocês podem imaginar o que aconteceu.....", disse. Hoje, observou, os papéis se inverteram, e são os pais que repreendem os professores.

Fazendo uma análise desta situação, o Papa admitiu que por um lado, alguns modelos educativos do passado tinham limites, mas por outro, a vida se tornou ‘avara’ de tempo e os pais, ‘sequestrados’ pelo trabalho e outras preocupações, conversam refletem e se confrontam menos com os filhos. “Mas o importante – sustentou o Pontífice – é entender ’aonde’ os filhos estão realmente em seu caminho; aonde está a sua alma”.

Como antídoto, o Papa lembrou que “a Palavra de Deus pode oferecer um apoio à missão educativa das famílias”, disse, acrescentando que na base de tudo está o amor que Deus nos doa, que ‘tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta’... “Jesus também passou através da educação familiar e cresceu em idade, sabedoria e graça”. 

O Pontífice concluiu sua reflexão afirmando que “a boa educação familiar é a coluna vertebral do humanismo”. 

Fonte: Rádio Vaticano / RCC Brasil

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Oração a Nossa Senha Auxiliadora de São João Bosco

Que possamos recorrer ao auxílio da Mãe, que não se cansa de interceder por nós. Oremos!

Ó Maria, Virgem poderosa, Tu, grande e ilustre defensora da Igreja, Tu, Auxílio maravilhoso dos cristãos, Tu, terrível como exército ordenado em batalha, Tu, que só destruíste toda heresia em todo o mundo: nas nossas angústias, nas nossas lutas, nas nossas aflições, defende-nos do inimigo; e na hora da morte, acolhe a nossa alma no paraíso. Amém.


Fonte: www.padrereginaldomanzotti.org.br

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Oração do Magnificat

Que possamos clamar a intercessão de Nossa Senhora através dessa oração!

Foto: Google

A minha alma glorifica o Senhor.
Meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador.
Porque pôs os olhos na humildade da sua serva.
Doravante todas as gerações me proclamarão Bem-aventurada.
Porque o Todo-poderoso fez em mim maravilhas.
Santo é o seu nome.
A sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem.
Ele manifesta maravilhas com o seu braço: dispersa corações orgulhosos. 
Derruba o trono dos poderosos e exalta os humildes.

Aos famintos ele enche de bens.
Despede os ricos de mãos vazias.
Socorre seu povo, seu servo, lembrando sua própria misericórdia.
Como havia prometido aos nossos Pais, em favor de Abraão e de sua descendência. Para sempre. (Lc 1,46-55)


Fonte: www.padrereginaldomanzotti.org.br

domingo, 17 de abril de 2016

“É preciso manter-se fiel ao Batismo, e crescer na amizade com o Senhor”, afirma Papa Francisco

“É preciso manter-se fiel ao Batismo, e crescer na amizade com o Senhor mediante a oração, a oração cotidiana, a escuta e a docilidade à sua Palavra, ler o Evangelho, participar dos Sacramentos, especialmente o da Eucaristia e o Sacramento da Reconciliação.” Foi o que disse o Papa Francisco na Praça São Pedro.

Foto: Google

Atendo-se ao Evangelho que nos apresenta Jesus durante a Última Ceia, o Santo Padre ressaltou que Jesus, sabendo que era chegada a sua hora, quis fixar na mente de seus discípulos uma verdade fundamental: mesmo quando Ele não mais estará fisicamente no meio deles, eles poderão permanecer unidos a Ele num modo novo, e assim dar muitos frutos.

De fato, um cristão pode permanecer tal somente com uma condição, que reste unido a Cristo como um ramo à videira. Esse é o modo novo indicado por Jesus, ressaltou o Pontífice, e que se tornou possível mediante os Sacramentos, o “manter-se fiel ao Batismo”, mediante a “oração todos os dias”, “ler o Evangelho”, numa palavra, no “crescer na amizade com o Senhor”:
“Os ramos não são autossuficientes, mas dependem totalmente da videira, na qual se encontra a fonte de suas vidas. Assim é para nós, cristãos. Inseridos em Cristo mediante o Batismo, recebemos d’Ele gratuitamente o dom da vida nova, e podemos permanecer em comunhão vital com Cristo.”

Desta comunhão, brota a novidade cristã que pode incidir em qualquer relação pessoal, qualquer âmbito social, prosseguiu o Pontífice: “Se alguém permanece intimamente unido a Cristo, goza dos dons do Espírito Santo, que – como nos diz São Paulo – são ‘amor, alegria, paz, magnanimidade, benevolência, bondade, fidelidade, mansidão, domínio de si’ e esses são os dons que nos são dados se permanecemos unidos a Jesus; e, consequentemente, faz muito bem ao próximo e à sociedade, é uma pessoa cristã. Efetivamente, dessas atitudes se reconhece se alguém é um verdadeiro cristão, como a árvore se reconhece através dos frutos.”

Verdadeiramente, em um cristão que permanece unido a Jesus tudo é transformado – “alma, inteligência, vontade, afetos, e também o corpo, porque somos unidade de espírito e corpo”, observou Francisco. E os frutos, que daí derivam, são maravilhosos, definiu o Papa: “Recebemos um novo modo de ser, a vida de Cristo torna-se nossa: podemos pensar como Ele, agir como Ele, ver o mundo e as coisas com os olhos de Jesus. Consequentemente, podemos amar nossos irmãos, a partir dos mais pobres e sofredores, como Ele o fez, e amá-los com o seu coração e assim levar ao mundo frutos de bondade, de caridade e de paz.”

Fonte: RCC Brasil