sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Santo da semana: São Padre Pio de Pietrelcina

“Tenha Jesus Cristo em seu coração e todas as cruzes do mundo parecerão rosas”

Boa Noite jovens de Deus! Como essa semana comemoramos a festa litúrgica de São Padre Pio de Pietrelcina, hoje vamos contar um pouco da trajetória desse grande santo.
São Padre Pio de Pietrelcina - Foto: Internet

Francesco, nome de batismo de Padre Pio, filho de Gracio Forgione e Maria Josefa de Nunzio, nasceu no dia 25 de maio de 1887 em Pietrelcina, na Itália.

Desde pequeno tinha em si o desejo de consagrar-se totalmente a Deus. No diário de Padre Agostinho de San Marco em Lamis, o qual foi um dos diretores espirituais de Padre Pio, consta que ele, desde 1892, quando tinha apenas cinco anos, viveu suas primeiras experiências místicas espirituais. Os extasies e as aparições foram frequentes, mas  para o menino pareciam ser absolutamente normais.

Com o passar do tempo, seu desejo realizou-se. Em janeiro de 1903, com 16 anos, entrou como clérigo na ordem dos Capuchinhos. E em agosto de 1910 foi ordenado sacerdote na Catedral de Benevento.

Depois de sua ordenação, Padre Pio, como era chamado, ficou doente, e com isso teve de voltar a conviver com sua família para tratar sua enfermidade, e lá permaneceu até 1916. Quando retornou, foi mandado para o Convento de San Giovanni Rotondo, onde viveu até a morte.

Padre Pio passou toda a sua vida contribuindo para a redenção das pessoas e cumprindo a missão de guiar espiritualmente os fiéis, além de celebrar a eucaristia. Para ele, a atividade mais importante era a celebração da Santa Missa. Os fiéis que dela participavam sentiam a importância desse momento, percebendo a plenitude de sua espiritualidade. No campo da caridade social, tinha como objetivo aliviar os sofrimentos e as misérias das famílias. Por esse motivo, fundou em 1956 a "Casa Sollievo della Sofferenza", que significa a "Casa Alívio do Sofrimento".

No ano de 1918, um dos grandes acontecimentos que marcou a vida de Padre Pio, foi que diante do Crucifixo do coro da igreja, ele recebeu os estigmas, feridas visíveis abertas, frescas e sangrentas, que o acompanhou por meio século. Porém, durante muitos anos experimentou os sofrimentos da alma, por conta de sua enfermidade, além das dores de suas chagas. Ele foi o primeiro sacerdote a ter em seu corpo os estigmas da crucifixão.

Padre Pio de Pietrelcina também era herdeiro espiritual de São Francisco de Assis, e dedicava a maior parte do seu tempo em oração conversando com Deus, além de atender confissão por 14 horas diariamente.

Para ele, a fé era a essência da vida e tudo o que desejava fazia à luz da fé, e dizia: “Nos livros, procuramos Deus; na oração, encontramo-lo. A oração é a chave que abre o coração de Deus". Sua predileção era viver a virtude da castidade.

Aos 81 anos, Padre Pio faleceu no dia 23 de setembro de 1968. Seu funeral caracterizou-se por uma multidão de fiéis, que o consideravam santo.

Nos anos que se seguiram à sua morte, a fama de santidade e de milagres foi crescendo, tornando-se um fenômeno eclesial, espalhado por todo o mundo. No ano 1999, o papa João Paulo II declarou bem-aventurado o Padre Pio de Pietrelcina, estabelecendo no dia 23 de setembro a data da sua festa litúrgica. Depois, o mesmo sumo pontífice proclamou-o santo, no ano 2002, mantendo a data de sua tradicional festa.

“São Padre Pio de Pietrelcina, rogai por nós!”

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