“Tenha
Jesus Cristo em seu coração e todas as cruzes do mundo parecerão rosas”
Boa Noite jovens de Deus! Como essa semana
comemoramos a festa litúrgica de São Padre Pio de Pietrelcina, hoje vamos
contar um pouco da trajetória desse grande santo.
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| São Padre Pio de Pietrelcina - Foto: Internet |
Francesco, nome de batismo de Padre Pio,
filho de Gracio Forgione e Maria Josefa de Nunzio, nasceu no dia 25 de maio de
1887 em Pietrelcina, na Itália.
Desde pequeno tinha em si o desejo de
consagrar-se totalmente a Deus. No diário de Padre Agostinho de San Marco em
Lamis, o qual foi um dos diretores espirituais de Padre Pio, consta que ele,
desde 1892, quando tinha apenas cinco anos, viveu suas primeiras experiências
místicas espirituais. Os extasies e as aparições foram frequentes, mas
para o menino pareciam ser absolutamente normais.
Com o passar do tempo, seu desejo
realizou-se. Em janeiro de 1903, com 16 anos, entrou como clérigo na ordem dos
Capuchinhos. E em agosto de 1910 foi ordenado sacerdote na Catedral de
Benevento.
Depois de sua ordenação, Padre Pio, como era
chamado, ficou doente, e com isso teve de voltar a conviver com sua família
para tratar sua enfermidade, e lá permaneceu até 1916. Quando retornou, foi
mandado para o Convento de San Giovanni Rotondo, onde viveu até a morte.
Padre Pio passou toda a sua vida contribuindo
para a redenção das pessoas e cumprindo a missão de guiar espiritualmente os
fiéis, além de celebrar a eucaristia. Para ele, a atividade mais importante era
a celebração da Santa Missa. Os fiéis que dela participavam sentiam a
importância desse momento, percebendo a plenitude de sua espiritualidade. No
campo da caridade social, tinha como objetivo aliviar os sofrimentos e as misérias
das famílias. Por esse motivo, fundou em 1956 a "Casa Sollievo della
Sofferenza", que significa a "Casa Alívio do Sofrimento".
No ano de 1918, um dos grandes acontecimentos
que marcou a vida de Padre Pio, foi que diante do Crucifixo do coro da igreja,
ele recebeu os estigmas, feridas visíveis abertas, frescas e sangrentas, que o
acompanhou por meio século. Porém, durante muitos anos experimentou os
sofrimentos da alma, por conta de sua enfermidade, além das dores de suas
chagas. Ele foi o primeiro sacerdote a ter em seu corpo os estigmas da
crucifixão.
Padre Pio de Pietrelcina também era herdeiro
espiritual de São Francisco de Assis, e dedicava a maior parte do seu tempo em
oração conversando com Deus, além de atender confissão por 14 horas
diariamente.
Para ele, a fé era a essência da vida e tudo o
que desejava fazia à luz da fé, e dizia: “Nos livros, procuramos Deus; na
oração, encontramo-lo. A oração é a chave que abre o coração de Deus". Sua
predileção era viver a virtude da castidade.
Aos 81 anos, Padre Pio faleceu no dia 23 de
setembro de 1968. Seu funeral caracterizou-se por uma multidão de fiéis, que o
consideravam santo.
Nos
anos que se seguiram à sua morte, a fama de santidade e de milagres foi crescendo,
tornando-se um fenômeno eclesial, espalhado por todo o mundo. No ano 1999, o
papa João Paulo II declarou bem-aventurado o Padre Pio de Pietrelcina,
estabelecendo no dia 23 de setembro a data da sua festa litúrgica. Depois, o
mesmo sumo pontífice proclamou-o santo, no ano 2002, mantendo a data de sua
tradicional festa.
“São
Padre Pio de Pietrelcina, rogai por nós!”

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